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Frederico Lucio

Especialista em Gestão de Tráfego Pago

Tráfego Pago: O que você precisa saber antes de criar sua primeira campanha

Tráfego Pago: O que você precisa saber antes de criar sua primeira campanha

Tráfego Pago. Como, ou por onde, devo começar? O que devo saber e aprender primeiro antes de fazer minhas primeiras campanhas?

Estas são as perguntas mais comuns que eu escuto ao longo da minha carreira como Gestor de Tráfego. E estas perguntas são feitas por pessoas que ocupam diferentes cargos ou posições dentro de uma empresa e também empreendedores. 

Tráfego pago, performance ou links patrocinados. A nomenclatura é indiferente.

Meu nome é Frederico Lúcio, sou Gestor de Tráfego especialista em mídias de tráfego pago.

E neste post, vou responder essas perguntas e também te ajudar a definir qual plataforma para você fazer suas primeiras campanhas de tráfego pago e consequentemente, seus primeiros anúncios.

O que você vai encontrar neste artigo:

  1. O que é Tráfego
  2. Tipos de Tráfego
  3. O que é o Facebook Ads, Instagram Ads e Google Ads.
  4. História do Facebook e Instagram
  5. História do Google
  6. Como funciona cada uma das plataformas
  7. Qual plataforma de anúncios devo utilizar para fazer minhas campanhas
  8. Afinal, devo escolher somente Facebook Ads e Instagram Ads ou somente Google Ads?

1 – O que é Tráfego

Eu tenho absoluta certeza que, tráfego é o termo que você mais deve ter visto ou ouvido falar nos últimos meses no que se refere à Marketing Digital. 

Mas afinal, o que é este tráfego que tanto falam?

Então, sem enrolação ou rodeios, vou explicar rapidamente o que é tráfego.

Tráfego, nada mais é o fluxo ou trânsito de todas em locais específicos.

E na internet e no Marketing Digital funciona da mesma forma.

Só que estes locais podem ser: seu perfil nas redes sociais, uma página específica dentro seu site como um artigo ou uma landing page, pode ser seu próprio site, pode ser seu contato do WhatsApp, pode ser uma página dentro um aplicativo, etc.

Existem diversos meios e maneiras de se fazer tráfego na internet.  

2 – Tipos de tráfego

Resumidamente, hoje, podemos citar que são 6 os tipos de tráfego. 

Tráfego Direto – quando o usuário acessa diretamente seu site, página, blog ou redes sociais.

Tráfego Orgânico – quando usuário encontra seus canais de comunicação digital de forma natural, sem indicações de terceiros ou pagar por este acesso.

Tráfego Pago – quando você investe para aumentar os acessos ao seu site, página, blog ou redes sociais. Ou seja, você paga para que as pessoas te encontrem.

Tráfego de Referência – quando alguém faz uma menção à você ou sua empresa, direcionando os usuários até seu site, página, blog ou redes sociais através das redes sociais. 

Tráfego Social – quando o usuário chega até seu site, página, blog ou redes sociais através das redes sociais.

Tráfego de E-mail – quando o usuário chega até seu site, página, blog ou redes sociais através de conteúdo de e-mail que você dispara.

Conforme disse antes, neste artigo vou me concentrar em apenas em tráfego pago, lhe informando tudo o que você precisa saber antes de criar suas primeiras estratégias, ações e campanhas.

3 – O que é o Facebook Ads, Instagram Ads e Google Ads.

Primeiramente, precisamos entender que todas elas são ferramentas de publicidade digital, onde podemos customizar nossos anúncios de acordo com o perfil de comportamento da nossa persona ou público alvo.

Obviamente, cada uma delas vai atuar dentro da plataforma ao qual receberam seus respectivos nomes. Facebook Ads dentro do Facebook, o Instagram Ads dentro do Instagram e o Google Ads dentro da rede de pesquisa do próprio Google e suas redes.

De todas as plataformas de anúncios que citei até aqui, o Google Ads merece uma atenção especial. Pois é a única plataforma de tráfego pago que nos permite estender nossas campanhas além do buscador, criando anúncios específicos dentro de outras aplicações do próprio Google, como o Youtube e o Gmail, e também outros sites parceiros.

4 – História do Facebook e Instagram

Aqui vai um pouco de história.

Facebook e Instagram não foram as primeiras redes sociais a serem criadas. Antes deles, tiveram inúmeras outras. E hoje, são duas das principais redes sociais do mundo. 

O Facebook nasceu primeiro e revolucionou a forma como passou a entregar conteúdo aos seus usuários de forma customizada. Ele passou a utilizar um algoritmo que analisa o comportamento do usuário dentro da plataforma e entrega a ele, conteúdos relevantes de acordo com o comportamento monitorado.

Justamente por essa revolução na entrega de conteúdo, o Facebook passou a ser visto como um grande potencial publicitário. Pois, a partir daquele momento, anunciantes poderiam personalizar suas ofertas para públicos específicos com comportamentos alinhados aos seus objetivos comerciais. E aí começou o grande boom da publicidade dentro das redes sociais.

Depois de um tempo, surgiu o Instagram. Com uma proposta um pouco diferente e com uma abordagem muito mais visual do que o Facebook, o Instagram cresceu. E este crescimento chamou a atenção do Facebook, que enxergou o potencial da nova rede social, principalmente com o público jovem. 

Então, o Facebook compra o Instagram, e integra algumas das funcionalidades das plataformas. E algumas dessas funcionalidades foram  a lógica de distribuição de conteúdo e publicidade.

Nota importante: Depois de um tempo, o Facebook também compra e integra também outra rede social, com propósito completamente diferente do próprio Facebook e Instagram. Foi assim que o WhatsApp foi incorporado ao grupo Facebook.

5 – História do Google 

Que o Google é o maior e melhor buscador da internet, isso é quase uma unanimidade. Para muitos, a internet se divide em, antes do Google e depois do Google.

Este sentimento se dá pelo seguinte motivo. Bem antes das redes sociais, o Google também revolucionou a forma de categorizar e entregar conteúdo. Só que foi de toda a internet.

Antes do Google, quando o usuário fazia uma busca na internet era uma loucura, pois não existia um critério de categorização dos conteúdos. E diante deste problema, o Google não só categorizou os conteúdos, como também criou um critério de classificação dos conteúdos de acordo com a relevância dos conteúdos disponíveis na internet em relação ao termo de pesquisa utilizado pelo usuário.

E assim como aconteceu com o Facebook, o Google cresceu, incorporou outras aplicações, integrou não só estas aplicações mas também sites, e também se transformou em uma das principais ferramentas de tráfego pago da internet.

6 – Como funciona cada uma das plataformas

Neste tópico, vamos falar sobre como Facebook Ads, Instagram Ads e Google Ads trabalham para entregar conteúdo publicitário para o seu público. E para isso, vamos segmentar estas plataformas em dois grupos. 

Em um grupo, ficarão as redes sociais, Facebook e Instagram, em outro ficará o Google. E é a partir dessa divisão é que vamos começar a perceber e entender as diferenças entre estas plataformas.

A primeira, e na minha opinião, a principal diferença entre estas plataformas é o propósito de cada uma das plataformas. 

Facebook e Instagram, assim como outras redes sociais, são plataformas de conexão, interação e engajamento, entre pessoas, marcas e empresas. 

Na maioria das vezes, as pessoas não estão buscando efetuar uma compra ou contratar um serviço, pois utilizam as redes sociais para fins de entretenimento. E na maioria dos casos, a entrega do conteúdo vai estar relacionada ao grau de interação e engajamento dos usuários. 

E com isso podemos deduzir que, quanto maior o grau de relevância do seu conteúdo, maior será a interação e o engajamento com o seu perfil ou sua página.

Já o Google é uma plataforma de busca, de resposta direta. E apesar de também ser uma plataforma de conexão, Google é uma plataforma de busca que entrega ao usuário uma resposta direta, com resultados classificados de acordo com o potencial de relevância em relação ao termo buscado. Sempre do mais relevante para o menos relevante. E para aparecer em uma posição relevante no Google, é tão trabalhoso quanto em uma rede social.

E antes de criar qualquer campanha, é muito importante entender este conceito.

7 – Qual plataforma de anúncios devo utilizar para fazer minhas campanhas

Depois  de conhecermos um pouco mais a fundo o Facebook, o Instagram e também o Google, agora podemos começar a pensar em como vamos nos comunicar com o nosso público e qual, ou quais, destas plataformas vamos utilizar para criar nossas campanhas.

Para isso, vou elencar alguns tópicos que devemos levar em consideração para definir como e onde vamos com o nosso público.

Saber onde o meu público está

O primeiro ponto que devemos levar em consideração é onde o meu público está.

De nada adianta escolher uma rede social, criar um site ou um blog se eu não sei ao mesmo onde o meu público se faz presente.

Perceba que aqui eu citei site e blog. E isso foi proposital.

Para estar presente em uma rede social, nós precisamos basicamente de um perfil ou uma página. E isso também já é o suficiente para você ser encontrado no Google.

Porém, quando vamos falar em anúncios e campanhas no Google, você vai precisar ter um site, um blog, ou uma landing page para direcionar seu público para que lá ele possa realizar uma ação de conversão.

Por exemplo: fazer um cadastro, comprar um produto, contratar um serviço, etc.

Lembramos também que estamos falando sobre o posicionamento orgânico no Facebook, no Instagram e no Google. E claro que se vamos criar anúncios, precisamos seguir o mesmo princípio. Afinal de contas, vamos investir tempo e dinheiro para alcançar e impactar nosso público alvo, e para isso precisamos saber bem onde exatamente este público está.

Entender como funciona cada uma das plataformas

Como expliquei anteriormente, cada uma das plataformas, redes sociais e Google, apesar de terem um objetivo geral muito parecido, cada uma se comporta de forma diferente.

Só por isso, não podemos exigir de uma plataforma, algo o qual ela não foi programada para realizar.

Por exemplo: O Google é um buscador e nos traz resultados com alta taxa de relevância e eficácia. Ele pode até alcançar também conteúdos das redes sociais. Porém ele terá uma certa dificuldade para isso.

Assim como as redes sociais entregam conteúdos relevantes em alto volume, e também podemos buscar por termos e temas específicos. Porém seu resultado pode não ser tão assertivo quanto aos resultados do Google e outros buscadores.

Mas muita atenção! Em alguns casos, algumas ações específicas podem ser utilizadas em cada uma das plataformas, mesmo que estas possam parecer discordantes da funcionalidade principal das plataformas.

Porém estas ações devem ser muito bem pensadas, estruturadas e executadas para que seja alcançado o objetivo desejado.

Identificar qual plataforma oferece o melhor custo benefício

Muitas vezes, quando vamos criar uma estratégia de tráfego pago, ficamos tentados a selecionar as principais plataformas de mídia pelo simples fato de “todo mundo utilizar” e essa mídia.

Este pensamento pode até ajudar a classificar as opções de mídia, mas não pode ser a única forma de selecionar qual ou quais mídias vamos utilizar na nossa estratégia.

Depois de identificar os dois pontos anteriores, onde o seu público está e como cada uma das plataformas funciona, identificar qual plataforma de mídia é a ideal para sua estratégia e qual delas vai caber dentro do seu orçamento.

Falando bem superficialmente, se destinarem o mesmo valor de investimento, igualmente distribuídos tanto para o Google Ads quanto para as quando anunciamos nas redes sociais, teremos, muito provavelmente, um alcance maior com os anúncios nas redes sociais do que teríamos anunciando no Google Ads na rede de pesquisa. Na rede de display do Google Ads a razão de comparação fica mais equilibrada.

Então, se nossa estratégia tem como objetivo alcançar o maior número de pessoas, faz muito mais sentido utilizar a plataforma que vai nos permitir alcançar o maior número de pessoas com o mesmo valor de investimento. 

Saber se a verba que pretendemos investir é compatível com a estratégia que definimos

Muitas vezes, mesmo quando queremos utilizar mais de uma mídia em nossas estratégias de campanha, podemos ficar ou já estamos limitados financeiramente. Seja estamos começando ou porque ainda não estamos preparados financeiramente. E isso é perfeitamente normal acontecer.

Então, o mais importante neste tópico é compreender como cada uma das plataformas de mídia efetuam suas cobranças, pelo menos de forma padrão.

De forma bem simples, Facebook Ads e Instagram Ads utilizam da mesma forma de cobrança, com foco em alcançar o maior número de pessoas e o número de visualizações da sua campanha ou anúncio. E a partir daí, trazer o melhor resultado de acordo com o objetivo.

E quando segmentamos nosso público, selecionamos os principais e potenciais interesses deste público para exibir nossos anúncios, e aí alcançar o maior número possível de pessoas que possuem interesse potencial em nosso produto ou serviço.

Já com o Google Ads, apesar de possuir muitos aspectos em comum, de forma geral, a segmentação se dá de uma forma um pouco diferente. E esta diferença fica evidente quando criamos campanhas para a rede de pesquisa. Já na rede de display, Youtube, Gmail e aplicativos, a lógica vai funcionar de forma semelhante ao do Facebook Ads e do Instagram Ads.

Se você não possui uma verba para investimento alta ou muito alta, eu recomendo você começar a criar a anunciar no Facebook e no Instagram. Por dois motivos:

Motivo 1 – Custo benefício. Conforme dito anteriormente, Facebook e Instagram possuem um poder de alcance potencial maior em relação ao Google .

Motivo 2 – Se você possui pouca ou nenhuma experiência com tráfego pago, começar pelo Facebook Ads e anúncios em redes sociais é mais fácil de aprender e começar. O Gerenciador de Anúncios, plataforma de publicidade do Facebook e do Instagram, possui uma interface bem intuitiva e de fácil adaptação.

8 – Afinal, devo escolher somente Facebook Ads e Instagram Ads ou somente Google Ads?

Finalmente chegamos ao principal ponto deste artigo. Agora que você já conhece um pouco de cada uma das principais mídias de publicidade da internet, chegou o momento de definir qual, ou talvez quais destas mídias vamos utilizar na nossa estratégia. 

E mesmo com este conhecimento, ou mesmo que você saiba muito mais do que eu consegui mostrar aqui, escolher quais mídias vamos utilizar na nossa estratégia não é uma tarefa simples.

E para te ajudar, vou listar alguns tópicos que vão te ajudar a decidir, não só entre Facebook e Instagram  Ads ou Google Ads, mas qualquer que seja a mídia que estiver no seu radar.

Então vamos lá.

    1º – Não existe uma mídia que seja melhor do que outra. 

Este é um mito que algumas pessoas acreditam por não entender como cada uma das mídias trabalha para entregar conteúdo, pago e orgânico. 

    2º- Entender qual mídia “cabe no seu bolso”.

Entender qual mídia é financeiramente viável é muito importante. E conseguir identificar qual delas pode entregar o melhor resultado com a verba que você dispõe é fundamental.

Investir em tráfego pago na mídia errada, além de ser um erro de estratégia, pode ser um fracasso para sua ação, e também um prejuízo, que dependendo do tamanho pode comprometer o futuro do seu negócio.

    3º- Saber em qual mídia seu público está.

Este também é um tópico muito importante e que pode incidir diretamente na parte financeira.

Investir em uma mídia diferente daquele que seu público frequenta, é um erro muito básico e que, além de prejudicial financeiramente, também pode prejudicar a saúde do seu negócio.

Afinal, por que anunciar para um público em uma mídia que não vai comprar de você e consequentemente não vai te trazer nenhum retorno?

    4º- Otimização e evolução constante.

Mesmo que você acerte nas escolhas da estratégia, no investimento na mídia correta para alcançar seu público e que tudo isso lhe traga resultados rápidos, não significa que o trabalho chegou ao fim.

Você agora precisa analisar o que você acertou para poder repeti-los, e também aqui o que você errou e não funcionou tão bem como você esperava.

Este é o processo de otimização que você vai ter que utilizar para toda e qualquer estratégia de tráfego pago que você utiliza ou venha utilizar.

Ao mesmo tempo, você também precisa ficar atento a todas as novidades que as mídias e plataformas sofrem ao longo do tempo. 

É preciso também acompanhar o mercado e os concorrentes para identificar as novas tendências e acompanhar a evolução natural do mercado e do seu nicho.

Lembre-se. O mercado vai evoluir mesmo que você não faça o mesmo. E se você não fizer, muito provavelmente alguém vai fazer.

Conclusão

Todas as informações que trouxe aqui neste material são baseadas em toda minha experiência profissional e fundamentais para qualquer pessoa que deseja se tornar um gestor de tráfego.

Antes de começar a se aventurar nesta área, é extremamente importante conhecer como funcionam as plataformas de mídia desde a entrega de conteúdo orgânico até as técnicas de como executar campanhas para entrega de anúncios.

Também é preciso conhecer e reconhecer em qual tipo de plataforma seu público se encontra. Pois, é muito mais inteligente e lógico ir de encontro a ele do que ficar esperando que ele encontre você. Deste modo, você economiza tempo, esforço e também dinheiro, fazendo com que sua estratégia seja mais sustentável e rentável.

Outro ponto importante aqui é que não existe uma plataforma de mídia melhor do que outra. Tudo depende de onde (em qual mídia) seu público se faz presente, e como você vai alcançá-lo. E neste ponto, ter uma visão ampla de cada uma das mídias. Isso vai te ajudar a identificar qual delas é a mais indicada para sua estratégia.

Veja bem, aqui vai outra dica, e também uma orientação importante. Você não precisa ser especialista em todas as mídias. Existem diversos tipos de especialistas em mídias específicas. Facebook, Instagram, Google, Youtube, e-mail marketing, mídia programática, entre outros. Você precisa apenas dominar aquelas que você vai utilizar na sua estratégia.

Apesar de não ser o foco principal deste texto, perceba também o quanto é importante fazer um planejamento de campanha.

Um planejamento de campanha bem elaborado pode e vai ajudar a identificar onde seu público está, como e qual mídia utilizar para alcançá-lo.

Perceba que todos os tópicos que citei, todas as dicas e orientações que apresentei neste material convergem. Todas essas informações e dicas estão diretamente interligadas e relacionadas.

Ouço muito por aí, que praticamente “tudo no marketing digital é simples e fácil”. E na realidade NÃO É! Principalmente quando se trata de tráfego.

Quando você se torna um gestor de tráfego, você passa a lidar com dinheiro, seja seu ou do seu cliente. Você precisa fazer o seu melhor para trazer resultado, independentemente da verba que você tem disponível. De um jeito ou de outro, você vai ter que prestar conta do que foi feito com esta verba. Então, tem muito trabalho envolvido. Nada é feito sem propósito. 

Não existe fórmula mágica. E se você quer se tornar um bom gestor de tráfego, seja organizado, estude, adquira e acumule conhecimento, faça testes, não atropele processos, seja humilde, aprenda com seus erros, e busque sempre evoluir. E isso pode levar um tempo.

Não desanime. Nenhum negócio ou carreira foi construída do dia para a noite. Mais uma vez, isso leva tempo. Tenha paciência e siga em frente com seu planejamento.

Meu objetivo aqui foi trazer um pouco de luz a todos que querem se tornar gestores de tráfego e também aqueles que já começaram recentemente sua jornada, mas estão encontrando dificuldades.

Espero que tenha conseguido te guiar nessa sua nova jornada.

Muito obrigado por ter chegado até aqui.